Um homem deum homem de campo, num flete bueno de embate.
Transforma a lida em combate, como se fosse um guerreiro.
Por isso quando um matreiro, se alça pela invernada
Sou cavalaria armada, num ideal de campeiro.

(e se grudamos mano a mano, levantando polvoadeira
Uih galete porqueira num lançante campo a fora
É no calor dessa hora, que o coração bate forte
E o gaucho entrega a sorte, pra deus e nossa senhora

O doze braças se estende, assoviando junto ao vento
Tomara que esses seis tentos, aguente firme o tirão
Não é fácil meu irmão, um brasino sem costeio
É pior que um tiroteio ou peleia de facão)

Sobre o zunido da armada, meus olhos buscam a volta
E a cachorrada de escolta, da dentada ate na sombra
Qualquer malino se assombra, se atiça os meus companheiro
Tenho um casal de ovelheiro, que nenhum dinheiro compra

Depois de enroscar o laço,nas aspas do desgarrado
Passo pra ele o recado, que é pra voltar pro rodeio
Quase me froxa os arreio, nessa peleia de mano
Mas tenho cincha e tutano, sobrando no meu vermelho (2x)

Enfim à tarde se infinda, trazendo saudade dela
Que ficou junto à cancela, comigo no coração
O dia-dia do pião, é essa santa batalha
Onde vence quem trabalha, por puro amor a esse chão. (2x)

(e se gurdamo mano a mano, levantando polvadeira
Ui galete porqueira num lançante campo a fora
É no calor dessa hora, que o coração bate forte
E o gaucho entrega a sorte, pra deus e nossa senhora.

O doze braças se estende, assoviando junto ao vento
Tomara que esses seis tentos, aguente firme o tirão
Não é fácil meu irmão, um brasino sem costeio.
É pior que um tiroteio ou peleia de facão)

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