Nos corredores dessa cidade.
Becos escuros, violentos marginais.
Pequeninos príncipes, grandes fantasias desfeitas ao tempo por nossa hipocrisia.
Os cavalheiros dessa cidade, ternos, gravatas, mansões, cartões de crédito.
Mas não dão crédito pra que te mendiga um pedaço de pão, uma esmola, qualquer coisa vendida..

Seremos marginais,criadores inocentes, franksteins
Seremos egoístas, pensando somente em nós mesmos
Fazemos tantas críticas quando a situação não é inversa
Perdemos a razão de nós mesmos
A razão de nós mesmos

Sob as luzes dessa cidade,olhares estranhos, farpa de proteção.
Pequeninos roubam pra não morrer de fome
Serão esses os monstros, consequências de nós mesmos

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